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ADMINISTRADORES DA CASA
 António
José Botelho Mourão (n. 1688/08/05 - f. 1746/02/20)
1
D. Joana Maria de Sousa Mascarenhas e Queirós (b. 1695/04/16
- f. 1723/04/05) 2
António José Botelho Mourão casou com
D. Joana Maria de Sousa Mascarenhas e Queirós em 8 de
Fevereiro de 1721 na Igreja de São Veríssimo de
Amarante3. Foram terceiros Morgados
da Casa de Mateus.
António José Botelho Mourão foi herdeiro
de seu pai, Matias Álvares Mourão, o Morgado
da Prata, e de sua mulher D. Joana Maria de Sousa Mascarenhas
e Queirós, que morreu em 1723. Foi com este casamento
que o Morgado dos Moroleiros, bem como outros bens anexos,
vínculos e privilégios, vieram à Casa
de Mateus, assim como se operou uma efectiva ascensão
nobiliárquica simbolizada pelo uso das armas dos Sousa
(ramo dos Sousa do Prado) e pela aposição do
Dom antes do nome próprio que será regra de
uso a partir de então4.
Em 5 de Julho de 1723, foi passada a António José
Botelho Mourão sentença de justificação
provando que ele, por intermédio de sua mulher, era
o único herdeiro de seu sogro D. Luís António
de Sousa e, consequentemente, de seu cunhado D. António
Luís de Sousa5. Deste modo ficou o Morgadio
de Mateus em posse do Morgadio de Moroleiros e, com este,
bens e fazendas do Algarve6.
Foi este Morgado que iniciou a construção do
actual Palácio de Mateus (
) Esta grande casa
e a capela, até as colunas, são obra dele assim
como a grandeza da quinta e jardins e as escadas e paredões
que a ornam (...)7 A conclusão da obra
foi levada a cabo por seu filho D. Luís António
de Sousa Botelho Mourão.
Nesta geração, cinco dos irmãos de António
José Botelho Mourão, abraçaram a vida
eclesiástica, exercendo vários cargos e marcando
de forma particular a história da casa e da família.
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