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QUARTETO L’YRIADE
Cyril Auvity, tenor e director artístico Léonor de Recondo, violino barroco Elisa Joglar, violoncelo barroco Bertrand Cuiller, cravo
Cyril Auvity Tenor e director artístico do Ensemble l’Yriade Enquanto prosseguia os seus estudos na Universidade de Lille, Cyril Auvity ingressou no Conservatório da mesma cidade. Concluiu em 1999 uma licenciatura em Ciências Físicas e recebeu uma Medallha de Bronze no mesmo Conservatório, na classe de Annick My e, em 2000, uma Medalha de Ouro. Foi premiado no Concurso Internacional de Canto de Clermont Ferrand em 1999 na categoria “Mélodie française”. Em 1998 abordou o repertório lírico no papel de Estillac em A Viúva Alegre. Convidado por William Christie, estreou-se, sob a direcção deste maestro no Festival de Aix-en-Provence de 2000, no papel de Telemaco em Il Ritorno d’Ulisse in Patria de Monteverdi. Em digressões pela Europa e Estados Unidos, cantou Actéon e a Messe de Minuit de Marc-Antoine Charpentier. No Anfiteatro da Ópera da Bastilha, interpretou o papel de Dorval em On ne s’avise jamais de tout de Monsigny, sob a direcção de Hervé Niquet, maestro com quem gravou Les leçons de Ténèbres e Les Méditations pour le Carême de Marc-Antoine Charpentier. Sob a direcção de William Christie, interpretou Agrippa em Il Tito de Cesti, na Ópera du Rhin, em Junho de 2001 e, de novo, Telemaco (Il Ritorno d’Ulisse) numa importante digressão da produção de Aix-en-Provence, em 2001-2002. Com o ensemble “Les Arts Florissants”, fundado e dirigido por William Christie, interpretou a a Ópera Les Arts Florisants de Charpentier. Cyril Auvity participou no Festival de Beaune – Persée de Lully, sob a direcção de Christophe Rousset e I Strali d’Amore de Cavalli, sob a direcção de Gabriel Garrido – e no Festival de la Chaise Dieu – Te Deum de Charpentier, dirigido por Paul McCreesh. Depois das representações de The Fairy Queen de Purcell, dirigidas por Christophe Rousset, em Espanha, Cyril Auvity estreou-se no Canadá, na Ópera Atelier de Toronto, interpretando Jason em Médée de Lully. Voltou a este país para interpretar o papelprincipal em Persée, também de Lully, e Renaud em Armide de Gluck. Participou em vários concertos e gravações sob a direcção de William Christie, Christophe Rousset, Hervé Niquet, François Lasserre, Gabriel Garrido e Marc Minkowski. Cantou Dido and Aeneas de Purcell, sob a direcção de Jane Glover, na Ópera de Nancy, e o papel principal em Actéon, de Charpentier, no Festival de Aldenburgh, com Emmanuelle Haïm. Participou nos festivais de Beaune, Sablé e Ambronay. Foi o fundador e dirige o ensemble “L’Yriade”.
Léonor de Recondo, violino barroco Nasceu em 1976. Iniciou os estudos de violino com cinco anos de idade. Em 1994 obtém a bolsa Lavoisier para ir estudar no New Englan Conservatory (Boston, USA) onde se torna solista da Orquestra Sinfónica do N.E.C. Em 1997, obtém o “bachelor degree”. Desejosa de aprofundar os seus conhecimentos do reportório para violino, decide especializar-se na música antiga estudando no Conservatório Real de Bruxelas com Sigiswald Kuijken. Ganhou o concurso Van Wassenaer em 2002 e toca regularmente com Les Talents Lyriques, Les Musiciens du Louvre, Le Concert Spirituel, Les Folies Françaises e La Petite Bande.
Elisa Joglar, violoncelo barroco Nasceu em 1973, em Espanha. Em 1997 recebeu o diploma de violoncelo do Conservatório Superior de Victoria. Depois especializa-se em música antiga no Conservatório Real da Haia com Jaap Ter Linden. Em 2003, obtém o diploma de Solista e de Música de Câmara no mesmo conservatório. Ganhou o concurso Van Wassenaer em 2002. Toca e grava com vários conjuntos e orquestras europeus dirigidos por músicos como William Christie, Philippe Herrewege, Sigiswald Kuijken, Hiro Kursaki....
Bertrand Cuiller, cravo Estudou cravo e trompa em Nantes e depois no CNSMDP. Os seus professores são Christophe Rousset et Pierre Hentaï. Em 1998 ganha o 3º prémio do concurso internacional de cravo de Bruges. Foi convidado a ser baixo contínuo dos Arts Florissants, da Sinfonia do Marais, das Boréades de Montreal, das Folies Françaises e de Stradivaria. Toca regularmente com o Concert Spirituel para Hervé Niquet, o Tafelmusik e a Nouvelle Sinfonie. Toca regularmente em recitais em diversos festivais e salas de espectáculo (Le Printemps des Arts, Les Folles Journées, la Roue d’Anthéron, la Cité de la Musique, Les Concerts Parisiens...)
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